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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Novembro é musical no TAC 7:30, em Florianópolis


- Grupo Nosso Choro -
O mês de novembro será totalmente dedicado à música no projeto TAC 7:30, promovido todas as terças-feiras pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) no palco do Teatro Álvaro de Carvalho. A programação conta com o som de Serginho Almeida (1º/11), Cássio Moura (8/11), Grupo Vai Como Der (15/11), Tao Orquestra (22/11) e Lily Blumerants e Joinville Jazz Big Band (29/11). As apresentações começam sempre às 19h30 e têm ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).

Saiba mais sobre as atrações:


1º de Novembro - Serginho Almeida - Lançamento do CD Maloya


  • O cantor e compositor Serginho Almeida lança seu segundo álbum autoral, Maloya, fruto de sua brasilidade com influência de shows, intercâmbio e pesquisa pela Argentina e pela Espanha. Uma linda trajetória que mistura música, vivência teatral e resulta na inquestionável variação rítmica deste disco, que tem direção de Guinha Ramires e participação de Alessandro Krammer, Endrigo Bêttega e outros grandes músicos. Nessa obra, Serginho Almeida traz novamente uma canção em tupi-guarani, a exemplo do que ocorreu no disco Lua na Ilha.

8 de Novembro - Cássio Moura – Lançamento de CD


  • Cassio Moura é guitarrista, compositor, produtor musical e professor de música. Neste show, apresenta dez composições autorais, todas registradas no CD homônimo gravado em 2015, ao lado dos músicos Fábio Mello (sax tenor e soprano), Cristian Faig (flauta), Edilson Forte “Tatu” (piano digital e acústico), Arnou de Melo (baixos elétrico, fretless e acústico), Mauro Borghezan (bateria) e participação especial de Felipe Arthur Moritz (flauta em sol).
    O novo trabalho de Cássio Moura é voltado à música instrumental, com influências que vão do jazz à bossa nova, passando pelo choro e pela MPB. O álbum foi gravado por meio de projeto aprovado junto à Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes.

15 de Novembro - Vai Como Der - Choro


  • O Vai Como Der nasceu em 2015, pelas mãos do músico Wagner Segura, a partir de uma fusão de alunos do centro musical que leva seu nome com o Grupo Nosso Choro, presente no meio musical da década de 1990 em Florianópolis. Une diferentes gerações em torno da música essencialmente instrumental que pretende manter vivo o choro no cenário cultural catarinense.
    Neste show, o grupo, acompanhado de convidados especiais, além de relembrar autores consagrados do gênero como Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Pixinguinha, também irá apresentar composições de Piazzola, Sivuca, Dominguinhos, entre outros. O repertório é resultado de uma seleção criteriosa, com arranjos que valorizam as composições e a variedade dos timbres dos instrumentos utilizados.

22 de Novembro - Tao Orquestra


  • A Tao Orquestra é um septeto que desenvolve música instrumental autoral. Há dois anos promove projeto que abraça a música brasileira, africana, indiana e árabe, e adiciona os temperos musicais oriundos da trajetória de cada integrante. Como ponto de partida para sua criação o grupo optou, à semelhança das orquestras, por contar com naipes de cada uma das famílias instrumentais: sopros, cordas e percussão. A orquestra é formada por Fábio Mello (sax soprano, tenor, barítono e flauta transversal), Juliana Schmidt (violino), Larissa Galvão (piano), Ivan Vendemiatti (bansuri), Tie Pereira (contrabaixo), Eduardo Vidili (bateria e percussão) e Alexandre Damaria (percussão).

29 de Novembro – Lily Blumerants e Joinville Jazz Big Band


  • Lily Blumerants é cantora e compositora com mais de 30 anos de carreira, sete álbuns e dois DVDs. Transita pelo universo jazzístico, divulgando a música brasileira em turnês pela Europa. Neste show, compartilha o palco com a Joinville Jazz Big Band, interpretando canções autorais do disco Criaturas, gravado com a participação de Jacques Morelenbaum.
    A Joinville Jazz Big Band surgiu há cinco anos, idealizada pelo saxofonista Gledison Zabote. Atualmente tem a direção musical, arranjos e regência do músico argentino Marcos Archetti e é formada por 17 instrumentistas, divididos em quatro naipes: saxofones/flautas, trombones, trompetes e seção rítmica.

Serviço:


  • O quê: TAC 7:30
  • Quando: sempre às terças-feiras, às 19h30min
  • Onde: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) - Rua Marechal Guilherme, 26 - Centro - Florianópolis (SC)
  • Ingresso: R$ 20 inteira; R$ 10 meia-entrada.
  • Informações: (48) 3665-6401 / www.fcc.sc.gov.br/tac730 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Ação retira 100 metros de redes prejudiciais à vida marinha

Iniciativa fez parte do projeto Limpeza dos Mares, da Acatmar

Em sua terceira temporada e com oito etapas realizadas, o projeto Limpeza dos Mares, capitaneado pela Associação Náutica Brasileira (Acatmar), realizou no último sábado, 21 de outubro, a segunda ação deste ano, desta vez para a retirada de redes fantasma na Reserva Marinha da Ilha do Arvoredo (pequeno arquipélago oceânico, visível da costa norte da Ilha de Santa Catarina). A entidade foi a convite do ICMBio, que fiscaliza a reserva.

O evento partiu do trapiche de Canasvieiras desta vez com destino a Ilha das Galés, pertencente à reserva e próxima ao município de Bombinhas, no litoral norte de Santa Catarina. “No local existe um navio cargueiro afundado, que se tornou um criadouro natural de peixes e encontrava-se envolto em várias redes de pesca. Um grande matadouro para a vida marinha”, afirma Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da Acatmar. Mais de 70 mergulhadores voluntários fizeram parte desta etapa que retirou cerca de 100 metros de redes abandonadas.

O projeto Limpeza dos Mares Acatmar já coletou mais de 27 toneladas de resíduos do fundo do mar em praias e costões.

                                                                               
Fonte: PalavraCom 

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Fatma intensifica fiscalizações no Norte da Ilha de Santa Catarina

Com a proximidade da temporada de verão, a Fatma intensifica a fiscalização no Norte da Ilha de Santa Catarina. O foco são os empreendimentos licenciados pela Fundação.

Foto: Cláudia De Conto
Os fiscais da Fundação do Meio Ambiente (Fatma) estiveram na quinta-feira, 20 de outubro, notificando hotéis da região de Canasvieiras, em Florianópolis. A ação faz parte do programa de Fiscalização Ambiental 2016 da Fundação. A partir deste mês, com a proximidade do início da temporada de verão, os trabalhos no Norte da Ilha de Santa Catarina serão intensificados.

A fiscalização acontecerá em hotéis com mais de 100 leitos, condomínios e prédios acima de 10 unidades, estações de tratamento e limpa-fossas, clubes recreativos e empreendimentos de grande porte. “A Fatma é responsável pela fiscalização daquilo que licencia. Na ação, cinco hotéis foram notificados a apresentar as licenças ambientais de operação em 10 dias úteis”, explica o diretor de Fiscalização, Antônio Anselmo Granzotto de Campos.

Ações conjuntas 


Além das ações de fiscalização, a Fatma vai reunir as prefeituras da Grande Florianópolis, vigilâncias sanitárias, órgãos ambientais e de saneamento municipais, a Polícia Militar Ambiental e a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan). O encontro, que acontecerá na segunda-feira, 24 de outubro, servirá para definir ações conjuntas para fiscalizar, monitorar e prevenir possíveis danos ao meio ambiente durante a temporada de verão.

                                                                               
Fonte: Cláudia De Conto / Ascom/Fatma

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Segundo o IBGE, Santa Catarina chega a 6,9 milhões de habitantes


Florianópolis teve o maior aumento nominal
Florianópolis teve o maior crescimento nominal - Foto: Paulo Simões
Conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), divulgada no Diário Oficial da União de 30 de agosto, Santa Catarina soma 6.910.553 habitantes em 2016, Um crescimento de 1,3% em relação à estimativa de 2015  (91.363 moradores a mais). No Brasil, a população chega a 206 milhões.

O município mais populoso do Estado continua sendo Joinville, com 569.645 habitantes, 7.494 a mais do que a estimativa de 2015. Florianópolis teve maior crescimento nominal e chega à população de 477.798 moradores (8.108 a mais do que em 2015). Blumenau é a terceira cidade mais populosa de SC com 343.715 (4.839 a mais do que no ano passado).

A estimativa anual de população é um índice usado para definição de políticas públicas no país, como a divisão do Fundo de Participação dos Municípios e repasses do Ministério da Saúde, entre outras.

Santa Catarina tem 13 cidades com mais de 100 mil habitantes e 14 com menos de 2 mil.

Abaixo, a relação dos 10 municípios mais populosos e os 10 menos populosos de Santa Catarina:


10 cidades mais populosas (em número de habitantes):

  1. Joinville = 569.645
  2. Florianópolis = 477.798
  3. Blumenau = 343.715
  4. São José = 236.029
  5. Chapecó = 209.553
  6. Criciúma = 209.153
  7. Itajaí = 208.958
  8. Jaraguá do Sul = 167.300
  9. Palhoça = 161.395
  10. Lages = 258.620
10 cidades menos populosas (em número de habitantes):

  1.  Santiago do Sul = 1.341
  2. Lajeado Grande = 1.461
  3. Flor do Sertão = 1.597
  4. Paial = 1.607
  5. Presidente Castelo Branco = 1.630
  6. Jardinópolis = 1.649
  7. Tigrinhos = 1.707
  8. Barra Bonita = 1.764
  9. Macieira = 1.807
  10. São Miguel da Boa Vista = 1.860 
                                                                                 
Por Anderson Silva e Cristian Edel Weiss
(Diário Catarinense)

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Saiba como fazer financiamento de terreno

Para quem vai começar a construção da casa do zero, o primeiro passo é comprar um terreno e existem linhas de crédito para isso



Na hora de comprar o imóvel, a opção mais comum é adquirir uma casa ou apartamento que já estão prontos ou em construção. Porém, há quem prefira começar o projeto dos sonhos do zero. Primeiro para deixar a casa exatamente do jeito que planejou. Segundo porque, com dedicação de tempo e paciência, pode sair mais em conta para o bolso. O primeiro passo é comprar um lote. Para isso, é possível entrar em um financiamento de terreno.

Na Caixa Econômica Federal, na modalidade Carta de Crédito SBPE, é possível financiar terrenos com valor a partir de R$ 200 mil e o valor mínimo de financiamento é de R$ 100 mil, o equivalente a 50% do preço. O prazo para pagar é de 18 anos ou 216 meses. As parcelas não poderão ultrapassar o limite de 30% da renda familiar.

Em uma simulação no site da Caixa, para um imóvel de R$ 200 mil na cidade de São Paulo e a renda de R$ 6 mil, o prazo máximo de financiamento é de 216 meses e a cota máxima de financiamento é de 60%. O valor da entrada é de R$ 80 mil e o preço a ser financiado é de R$ 120 mil. Os juros nominais são de 10,93% ao ano mais TR, enquanto os juros efetivos são de 11,50% ao ano mais TR. A primeira prestação será de R$ 1.689,29 e a última, de R$ 585,61.

Se o valor do imóvel for menor que R$ 200 mil, existe outra modalidade de financiamento, que é o Crédito Imóvel Próprio. Nesta linha, o pagamento pode ser feito em 240 meses. O valor contratado é depositado em conta corrente aberta na Caixa e não há destinação específica. Neste caso, o cliente que tiver um imóvel quitado ou financiado pelo banco poderá financiar até 60% do preço do seu imóvel e os percentuais de financiamento permitidos variam de acordo com o tipo de imóvel, que pode ser residencial, comercial, rural ou terreno. Para os que contam com um imóvel financiado na Caixa, o saldo residual não pode ser superior a 30% do valor do novo empréstimo.

Há ainda uma terceira possibilidade, esta para quem deseja financiar não apenas a compra do terreno, como também a construção. Neste tipo de contratação, o cliente precisa ter o projeto arquitetônico do imóvel, desenvolvido por um arquiteto ou engenheiro. A partir dele, será desenvolvido o cronograma da obra, que vai auxiliar o acompanhamento e liberação das etapas seguintes. Neste caso, o valor do financiamento é liberado de acordo com a evolução das etapas do cronograma previamente elaborado.

As taxas de juros são diferentes em relação às taxas para a compra da casa que já está pronta. Em geral, elas são um pouco mais altas. Numa mesma simulação, mas para a aquisição de um imóvel novo de R$ 200 mil na cidade de São Paulo com renda de R$ 6 mil, os juros nominais são de 8,16% ao ano mais TR e os efetivos são de 8,47% ao ano mais TR. Mesmo que a diferença não seja tão grande, é preciso levar em consideração que em um financiamento longo, ao final, esse montante pode fazer a diferença.

Outras características do financiamento de um terreno é que ele deve estar localizado em área urbana ou em lugares com infraestrutura e que não existe um valor máximo para este tipo de financiamento, já que o montante será calculado com base na capacidade de pagamento. “Para conseguir o financiamento, é preciso atender a todos os requisitos do banco e um deles é que seja um terreno de fato e de direito, não pode ser um pedaço de terra, tem que estar com a documentação regularizada. Para saber se está tudo certo com o terreno, é possível pegar a certidão de propriedade no cartório”, explicou Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

Ainda é comum que a aprovação do financiamento aconteça de forma mais rápida e eficaz. Para conseguir a liberação do financiamento de um imóvel pronto, ele precisa passar por uma vistoria e estar em condições para servir como garantia do financiamento. Já o terreno não tem muito o que analisar, já que ainda não há construção. Ou seja, precisa que a documentação esteja em ordem.

Alternativa


Porém, antes de assinar o contrato de financiamento com o banco, pesquise se a própria construtora não disponibiliza algum tipo de financiamento do terreno. Essa forma de pagamento pode ser mais vantajosa e pesar menos no bolso. “Às vezes é preciso avaliar a forma de financiamento diretamente com a construtora. Muitas vezes é possível comprar um lote em até 60 parcelas mensais fixas ou em 120 meses com o valor sendo corrigido pelo IGP-M, o que torna mais barato porque o financiamento no banco vai ter a taxa de juros mais alta”, ressaltou Elísio.

                                                                                              
Publicado originalmente no site ZAP em Casa

Saiba como fazer financiamento de terreno

Para quem vai começar a construção da casa do zero, o primeiro passo é comprar um terreno e existem linhas de crédito para isso



Na hora de comprar o imóvel, a opção mais comum é adquirir uma casa ou apartamento que já estão prontos ou em construção. Porém, há quem prefira começar o projeto dos sonhos do zero. Primeiro para deixar a casa exatamente do jeito que planejou. Segundo porque, com dedicação de tempo e paciência, pode sair mais em conta para o bolso. O primeiro passo é comprar um lote. Para isso, é possível entrar em um financiamento de terreno.

Na Caixa Econômica Federal, na modalidade Carta de Crédito SBPE, é possível financiar terrenos com valor a partir de R$ 200 mil e o valor mínimo de financiamento é de R$ 100 mil, o equivalente a 50% do preço. O prazo para pagar é de 18 anos ou 216 meses. As parcelas não poderão ultrapassar o limite de 30% da renda familiar.

Em uma simulação no site da Caixa, para um imóvel de R$ 200 mil na cidade de São Paulo e a renda de R$ 6 mil, o prazo máximo de financiamento é de 216 meses e a cota máxima de financiamento é de 60%. O valor da entrada é de R$ 80 mil e o preço a ser financiado é de R$ 120 mil. Os juros nominais são de 10,93% ao ano mais TR, enquanto os juros efetivos são de 11,50% ao ano mais TR. A primeira prestação será de R$ 1.689,29 e a última, de R$ 585,61.

Se o valor do imóvel for menor que R$ 200 mil, existe outra modalidade de financiamento, que é o Crédito Imóvel Próprio. Nesta linha, o pagamento pode ser feito em 240 meses. O valor contratado é depositado em conta corrente aberta na Caixa e não há destinação específica. Neste caso, o cliente que tiver um imóvel quitado ou financiado pelo banco poderá financiar até 60% do preço do seu imóvel e os percentuais de financiamento permitidos variam de acordo com o tipo de imóvel, que pode ser residencial, comercial, rural ou terreno. Para os que contam com um imóvel financiado na Caixa, o saldo residual não pode ser superior a 30% do valor do novo empréstimo.

Há ainda uma terceira possibilidade, esta para quem deseja financiar não apenas a compra do terreno, como também a construção. Neste tipo de contratação, o cliente precisa ter o projeto arquitetônico do imóvel, desenvolvido por um arquiteto ou engenheiro. A partir dele, será desenvolvido o cronograma da obra, que vai auxiliar o acompanhamento e liberação das etapas seguintes. Neste caso, o valor do financiamento é liberado de acordo com a evolução das etapas do cronograma previamente elaborado.

As taxas de juros são diferentes em relação às taxas para a compra da casa que já está pronta. Em geral, elas são um pouco mais altas. Numa mesma simulação, mas para a aquisição de um imóvel novo de R$ 200 mil na cidade de São Paulo com renda de R$ 6 mil, os juros nominais são de 8,16% ao ano mais TR e os efetivos são de 8,47% ao ano mais TR. Mesmo que a diferença não seja tão grande, é preciso levar em consideração que em um financiamento longo, ao final, esse montante pode fazer a diferença.

Outras características do financiamento de um terreno é que ele deve estar localizado em área urbana ou em lugares com infraestrutura e que não existe um valor máximo para este tipo de financiamento, já que o montante será calculado com base na capacidade de pagamento. “Para conseguir o financiamento, é preciso atender a todos os requisitos do banco e um deles é que seja um terreno de fato e de direito, não pode ser um pedaço de terra, tem que estar com a documentação regularizada. Para saber se está tudo certo com o terreno, é possível pegar a certidão de propriedade no cartório”, explicou Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

Ainda é comum que a aprovação do financiamento aconteça de forma mais rápida e eficaz. Para conseguir a liberação do financiamento de um imóvel pronto, ele precisa passar por uma vistoria e estar em condições para servir como garantia do financiamento. Já o terreno não tem muito o que analisar, já que ainda não há construção. Ou seja, precisa que a documentação esteja em ordem.

Alternativa


Porém, antes de assinar o contrato de financiamento com o banco, pesquise se a própria construtora não disponibiliza algum tipo de financiamento do terreno. Essa forma de pagamento pode ser mais vantajosa e pesar menos no bolso. “Às vezes é preciso avaliar a forma de financiamento diretamente com a construtora. Muitas vezes é possível comprar um lote em até 60 parcelas mensais fixas ou em 120 meses com o valor sendo corrigido pelo IGP-M, o que torna mais barato porque o financiamento no banco vai ter a taxa de juros mais alta”, ressaltou Elísio.

                                                                                              
Publicado originalmente no site ZAP em Casa

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Três cidades de SC estão entre as 10 mais visitadas a lazer por estrangeiros

Ranking da Demanda Turística Internacional foi publicado na quarta (20 de julho). Florianópolis, Bombinhas e Balneário Camboriú ocupam 2º, 6º e 9º lugares.

Florianópolis. Foto: Carolina Lopes/G1
O Ministério do Turismo divulgou nesta semana um ranking que mostra que três cidades catarinenses estão entre os dez principais destinos escolhidos para turismo de lazer por estrangeiros em 2015. O Brasil recebeu 6,3 milhões de turistas estrangeiros no ano passado.
Conforme a Demanda Turística Internacional, Florianópolis é o segundo destino mais buscados por estrangeiros no país, com 18,8%, atrás apenas do Rio de Janeiro, com 32,6%, e à frente de cidades como Foz do Iguaçu (PR) e São Paulo.
Em sexto lugar está Bombinhas, com 7,6%. É a primeira vez em 18 anos que a cidade do Litoral Norte aparece nesta listagem. O nono destino turístico mais escolhido por estrangeiros é Balneário Camboriú, com 4,1%.
Ainda segundo o Ministério do Turismo, os argentinos foram os que mais visitaram o Brasil, com de 2 milhões de turistas. Isso representa um aumento de 19,2% com relação 2014. Conforme o ministério, isso explica o aumento de cidades do Sul no ranking, já que as cidades são próximas à fronteira sul.
As praias do país foram o destino preferido para 69,4% dos turistas estrangeiros. Ao todo, 95,5% dos turistas afirmaram devem retornar ao país. A pesquisa entrevistou 35.133 turistas estrangeiros.
A lista completa de Demanda Turística Internacional está disponível no site do Ministério do Turismo.
(G1 Santa Catarina, 23/07/2016))